Agilidade e flexibilidade: os pontos chave para uma rede preparada para o futuro

O que é uma rede future proof ou preparada para o futuro? Como é que as empresas podem ter a certeza que as suas escolhas e todo o investimento feito conseguem, nos próximos anos, garantir uma infraestrutura capaz de suportar as necessidades atuais, os desafios permanentes e as metas futuras? É sequer possível falarmos em future proof quando o ritmo de evolução é tão acelerado? Quais devem ser as principais preocupações?

Atualmente, a agilidade e a flexibilidade estão no topo dos requisitos e da lista de principais preocupações das organizações. Isto porque são as duas variáveis que mais rapidamente atenuam, ou mesmo resolvem, alguns dos maiores desafios:

  • Urgência/necessidade de se ajustarem a ambientes dinâmicos;
  • Gestão de equipas e unidades de negócio em distintas geografias;
  • Modelos de trabalho remoto ou híbrido;
  • Competitividade e rápida capacidade de prevenção/reação;
  • …  inúmeros outros motivos que obrigam a uma estratégia prática e totalmente ajustada, mas sempre global e 360°.

Uma rede e infraestrutura robusta, ágil e segura, garante às empresas e aos seus colaboradores:

  • Melhor e mais segura experiência de trabalho;
  • Maiores níveis de produtividade;
  • Redução de custos de atividade.

As infraestruturas de rede são um alicerce crucial para qualquer jornada.

Os maiores desafios das empresas na área das redes

Pode parecer problema do século passado, mas a verdade é que a transição para a cloud continua a ser um desafio para muitas empresas. Em causa não está a falta de opções, nem de informação, mas as múltiplas mudanças necessárias.

As organizações viram-se forçadas a reestruturar as suas arquiteturas – tornando-as mais ágeis, flexíveis e robustas – para, por exemplo, poderem adotar modelos aplicacionais baseados na cloud, modelos de trabalho híbridos ou para gerirem os seus negócios noutras geografias.

Este novo contexto arrasta inevitavelmente consigo outros pontos extremamente críticos, como a visibilidade e analítica das arquiteturas, e a gestão contínua e eficaz de toda a segurança.

Outro desafio comum prende-se com a falta de know-how interno, ou mesmo de equipas de TI especializadas nas diferentes áreas, algo que tem inevitavelmente um forte impacto em todo o processo de transformação/modernização digital – desde o simples levantamento das reais necessidades da empresa, à escolha das soluções, correto aproveitamento de todo o seu potencial, gestão e manutenção.

Esta temática da falta de competências é, atualmente, um dos maiores problemas do setor, porque tem um forte impacto a vários níveis. Por um lado, existe uma real escassez de talento tecnológico especializado no mercado, e a capacidade das empresas nacionais “fazerem frente” às ofertas mais atrativas das grandes companhias internacionais é muito reduzida. À parte desta falta de recursos, muitas empresas nacionais não têm capacidade financeira para ter uma equipa interna de TI altamente especializada e permanentemente atualizada.

Esta realidade conduz a cenários menos positivos, como escolha de soluções erradas, sobre/subdimensionamento de projetos, má gestão das soluções, desconhecimento das tecnologias mais ajustadas ao negócio, entre outros casos.

Se transportarmos tudo isto para o contexto do networking, requisitos como o aumento da performance, fiabilidade, visibilidade, automação, segurança e controlo são características ligadas a várias soluções, como é o caso do Software-Defined Network (SDN) e do conceito de Multi-Domain, a criação de uma arquitetura unificada que traz mais eficiência tanto para as equipas como para a própria empresa. Mas o desconhecimento deste tipo de soluções ainda é uma realidade e, simultaneamente, um grande desafio atual.

A resolução? Apostar efetivamente numa equipa especializada, e garantir que esta está permanentemente atualizada, ou colocar o projeto nas mãos de um parceiro que seja um trusted advisor, e que esteja presente não só em todas as diferentes fases do projeto, mas também na gestão contínua dos serviços contratados.

Só as organizações que endereçarem estes desafios de uma forma eficiente podem manter-se competitivas neste mundo digital.

Onde é urgente investir para ter uma rede preparada para o futuro?

As redes têm de ser flexíveis e ágeis, porque é isto que vai suportar a rápida capacidade de resposta, a competitividade e as novas tendências de mercado, como o trabalho híbrido ou remoto. As empresas têm ainda de descomplicar e automatizar processos, garantir que os workloads e aplicações estão em qualquer lado, sem comprometer o Client Experience e o User Experience.

Tudo isto requer um nível de segurança bastante mais apurado, end-to-end e global – no escritório e onde quer que os colaboradores estejam. É crucial que os colaboradores trabalhem sempre num ambiente digital seguro, mesmo em casa. Apesar do trabalho híbrido e remoto serem o tema do momento, há muito que esta deveria ser uma preocupação das empresas.

A visibilidade analítica é igualmente importante. Existem inúmeras ferramentas de monitorização, mas a maioria está em silos. Não existe correlação de dados, o que dificulta as operações, e a falta de um ponto de gestão central compromete a rápida deteção e resolução de problemas.

Tecnologias só ao alcance “dos bolsos” das grandes empresas?

É verdade que para termos as tecnologias mais recentes e eficazes, e as soluções mais completas, ágeis, flexíveis e simples, tem de existir orçamento. Mas isto não significa que a criação de uma infraestrutura de rede preparada para o futuro, ágil, flexível e eficiente esteja apenas ao alcance das grandes empresas.

O importante é que se entenda que não têm de investir na mesma solução adquirida pela banca, ou pela multinacional do escritório do lado. Têm de investir numa solução totalmente ajustada à sua realidade: problemas, objetivos, realidade e (obviamente) budget. Existem inúmeras opções no mercado, como o consumo de soluções na cloud e on-premises num modelo de subscrição, que permitem ajustar as tecnologias ao ritmo de crescimento e evolução das empresas.

Independentemente da tecnologia e do modelo adotado, para sobreviverem, as organizações têm de responder às exigências da era da digitalização, e investir em arquiteturas resilientes, flexíveis e robustas.

Para começar esta jornada, o ponto de partida é identificar as necessidades e traçar os objetivos:

  • Quais são os objetivos e requisitos do negócio?
  • Em que ponto está a empresa em termos de transformação digital, por exemplo?
  • Quais são as lacunas entre o ponto de partida e o ponto de chegada das mudanças tecnológicas previstas?

De seguida, definir um roadmap de implementação, de transformação, analisar a diversidade de modelos de trabalho, consumo de tecnologia e software, heterogeneidade ao nível de software e hardware de diferentes gerações e fabricantes, entre outros pontos.

O sucesso passa por equipas altamente especializadas e experientes, ou por parceiros de confiança capazes de alinhar a estratégia de TI às necessidades de negócio. Parceiros de confiança que aportem valor para o cliente. Que o deixem confortável e de alguma forma despreocupado relativamente à robustez, flexibilidade e agilidade da infraestrutura de TI que suporta o negócio, e ao próprio conceito de visibilidade end-to-end. Que garantam uma infraestrutura sólida que permita a gestão, operação e manutenção do negócio em qualquer lugar do mundo.

Quer saber mais sobre como ter uma rede preparada para o futuro? Entre em contacto connosco!

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