Redes e infraestruturas: onde é que é urgente investir?

Quando falamos em Transformação digital e inovação tecnológica pensamos quase sempre no desenvolvimento e integração de ferramentas e soluções. Mas a verdade é que as redes e infraestruturas são a espinha dorsal de qualquer organização no processo de transformação e inovação, principalmente agora que a pandemia colocou a nu inúmeras vulnerabilidades e empurrou as organizações para cenários de investimentos urgentes.

De nada serve investir nas mais completas e sofisticadas ferramentas, se a suportar tudo isto estão alicerces velhos, pouco sólidos e instáveis.

As infraestruturas são o lado menos visível e sexy de toda a transformação, mas “O” pilar de tudo. É crucial que as empresas entendam que os projetos de transformação devem ser transversais, nunca exclusivos de um departamento, porque este desequilíbrio vai sempre comprometer a agilidade, desempenho e qualidade global de qualquer solução. Para além disto, os ganhos nunca são apenas internos porque toda a otimização e modernização acaba por ter um impacto enorme na oferta aos clientes.

E Portugal está a investir em redes e infraestruturas, ou faz parte da fatia centrada nas soluções?

De acordo com o Índice da Digitalidade e Economia da Sociedade (IDES) de 2021, Portugal está na 16ª posição em termos de avanços tecnológicos, numa tabela composta por 27 países.  Este número mostra que ainda há muito caminho a percorrer, mas mais importante que investir e subir nesta classificação, é fazer escolhas acertadas, informadas e totalmente ajustadas a cada realidade.

Quais os desafios para grandes e pequenas empresas?

De uma forma direta: dinheiro, budget, orçamento. Independentemente do termo usado, esta condicionante cria barreiras incontornáveis, mas não desculpa a falta de inovação. Existem inúmeras opções ajustadas à dimensão de diferentes empresas que podem aportar um valor significativo para o negócio. Só é preciso conhecê-las, perceber o que existe no mercado, procurar para que a decisão seja informada.

Esta questão abre caminho para o segundo desafio: a quantidade de soluções existente no mercado. Qual a melhor? Por onde começo a planear?  Vale o investimento? Que garantias dá para o futuro? Se funcionou na empresa X, funcionará para mim? Se antes da pandemia o portefólio já era grande, agora que a procura aumentou, a oferta está ao rubro o que torna a escolha ainda mais difícil.

E porque é que é difícil? Porque há uma terceira barreira muito importante: a falta de know-how nas organizações, de equipas especializadas, de departamentos de TI com competências para identificar as necessidades, avaliar as opções existentes e criar projetos. Qualquer que seja a escolha, ela tem de se ajustar totalmente às necessidades e metas de cada empresa e negócio. Não podemos escolher ofertas de redes e infraestrutura pré-cozinhadas ou “em pacote”, porque é assim que são vendidas.

É muito importante contar com um parceiro tecnológico que tenha como ponto de partida o entendimento das reais necessidades do negócio, e que com base nesse conhecimento desenvolva uma arquitetura de rede e infraestrutura adaptada à realidade do cliente.

É preciso ter ainda em consideração a proteção do investimento – seja através de modelos de licenciamento e/ou subscrição que garantem flexibilidade, ou de um investimento faseado que acompanhe o crescimento do negócio.

Qual a melhor solução?

É crucial investir em soluções que na sua génese estejam preparadas para a evolução tecnológica, no caso, redes seguras, flexíveis e inteligentes. Uma rede adaptável e evoluída diminui os custos e minimiza falhas. Ao garantir estas valências, o Software-Defined Network (SDN) é uma tecnologia fundamental na infraestrutura de rede.

Podemos falar em tendências de mercado: soluções de segurança, cloud, analítica, ou que usem IOT (Internet of Things). Podemos falar em Application Centric Infrastructure (ACI), para data center – quando opero um data center tradicional preciso ter uma jornada segura para transferir os dados para a cloud. Podemos falar em SD-WAN – uma abordagem definida por software à gestão de rede alargada, que permite a automação de processos e que, com machine learning e artificial intelligence, pode prever as necessidades futuras e antecipar os caminhos a seguir.

Independentemente da opção, o sucesso de um projeto parte de um bom planeamento, desde a identificação das várias vulnerabilidades e necessidades, ao conhecimento das várias opções tecnológicas. Tudo, para delinear com clareza um roadmap ajustado à realidade. A par disto, com a escolha de um bom parceiro que conduza todo o processo de forma cuidada e totalmente personalizada.

Caso necessite de um parceiro tecnológico para endereçar esta e outras questões, entre em contacto connosco para perceber qual a melhor solução ou estratégia para as redes e infraestruturas da sua empresa.

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